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O OUTDOOR EM LISBOA DISSE O QUE O BRASIL PREFERE NÃO OUVIR

POR TIAGO HÉLCIAS  Há uma cena que vale parar e observar com cuidado. No dia 9 de março de 2026, enquanto Lisboa se preparava para empossar um novo presidente, o partido português de extrema-direita Chega instalou um outdoor em frente à Assembleia da República. No cartaz: as faces de Lula e do presidente angolano João Lourenço, em preto e branco, ladeando uma frase em vermelho e amarelo: “A culpa não é de 500 anos de Portugal, é da vossa corrupção.” André Ventura, o líder do Chega, escolheu de maneira calculada o dia mais solene do calendário político português para isso. O que o outdoor quer dizer e o que não quer O argumento de Ventura não é novo nem exclusivamente europeu. Ele tem uma estrutura simples: os problemas do Brasil e de Angola são obra dos governos atuais, não da herança colonial. É uma frase que provoca, que ressoa em quem a ouve e que tem, convenhamos, uma fatia de verdade. Sim, corrupção existe, e precisa ser nomeada em Brasília, em Luanda, em qualquer capital do m...

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